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  þ Anos 20

A primeira rota aérea do Brasil foi inaugurada no dia 3 de fevereiro de 1927, às 8 horas da manhã. Era a conhecida como "Linha da Lagoa", pois ligava as cidades de Porto Alegre, Pelotas e Rio Grande, com hidroaviões que decolavam e pousavam na Lagoa dos Patos, no Rio Grande do Sul. O voo durava cerca de 2 horas e 20 minutos, a uma velocidade de cruzeiro de 160km/h, a uma altitude de 20 a 50 metros do solo e foi a primeira rota da VARIG, operada com o Dornier Wal "Atlântico".


Linha da Lagoa

 

 

  þ Anos 30

Depois do "Atlântico", a rota também foi operada pelo Dornier Merkur "Gaúcho". Após a "Linha da Lagoa", a VARIG expandiu suas rotas para o interior do Rio Grande do Sul. Para isso foram usados os primeiros aviões terrestres, Junkers. Em abril de 1932 foram inauguradas as rotas para Livramento, Santa Cruz, Cruz Alta e Santana do Livramento. Com a vinda de mais aeronaves Junkers, a VARIG estendeu suas rotas para cidades como Uruguaiana, Bagé, Santa Maria, Santo Ângelo, Rosário, Passo Fundo e Caxias.


Mapa de rotas da VARIG em 1938 (clique para ampliar)

 

 

  þ Anos 40

Na década de 40, a VARIG expandiu suas rotas para além das fronteiras do Rio Grande do Sul, chegando em cidades dos estados de Santa Catarina e Paraná, e nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. No dia 5 de agosto de 1942 a VARIG inaugurou a sua primeira rota internacional, ligando Porto Alegre a Montevidéu, capital do Uruguai. Pouco tempo depois, a rota foi estendida para Buenos Aires, capital da Argentina. A linha até o Rio foi inaugurada no dia 27 de agosto de 1946, na rota Porto Alegre - Florianópolis - Curitiba - São Paulo - Rio de Janeiro, operada pelo DC-3.
Com a Segunda Guerra Mundial, a frota de aeronaves alemãs Junkers foi substituída por aeronaves americanas DC-3, C-46, Lockheed L10 e britânica DH89.

 

 

  þ Anos 50

A aquisição da Aero Gal, em maio de 1952, possibilitou à VARIG estender as suas linhas para o Nordeste do Brasil. Com aeronaves C-46 e DC-3, a VARIG chegou em Vitória, Belmonte, Salvador, Aracajú, Penedo, Maceió, Recife, João Pessoa, Natal, Fortaleza, São Luis e Belém. Em julho de 1953 a VARIG inaugurou a linha Rio de Janeiro - Buenos Aires. Mas a grande novidade ficou por conta da primeira rota intercontinental para os EUA com os luxuosos Lockheed Super G Constellation. A rota foi inaugurada em julho de 1955 e os Constellations ligavam os EUA à América do Sul na rota Buenos Aires - Montevidéu - Porto Alegre - São Paulo - Rio de Janeiro - Belém - Trujillo - Nova York - Port of Spain - Rio de Janeiro - São Paulo - Porto Alegre - Montevidéu - Buenos Aires.


Rotas regionais / Rotas domésticas / Rotas internacionais

 

Mapa de Rotas
Anos 50

> 1955

> 1956

> 1958
 

 

 

  þ Anos 60

Tudo mudou em setembro de 1959, quando Caravelle da VARIG, o primeiro jato do Brasil, começou a operar na rota Rio - Nova York. Com os jatos, o tempo da viagem foi reduzido de 25 horas para 14 horas. No dia 22 de junho de 1960, os Boeing 707-441 assumiram a rota tornando a viagem ainda mais rápida. Agora a ligação entre o Rio de Janeiro e Nova York era feita em apenas 9 horas e sem escalas. Devido a uma obra na pista do aeroporto do Rio de Janeiro, os B707 passaram a fazer a rota para Nova York a partir de Brasília temporariamente, criando a rota Brasília - Nova York. Porém os Super Constellation continuavam dividindo a rota para Nova York com o B707, mantendo assim as escalas no Caribe.
Depois da aquisição do consórcio Real-Aerovias-Nacional, em agosto de 1961, a VARIG passou a operar para uma infinidade de destinos nacionais, operando em mais de 90 cidades no Brasil. No mercado internacional, a compra possibilitou a VARIG chegar em Lima, Bogotá, Caracas, Cidade do México, Miami e Los Angeles.

 


Rotas domésticas / Rotas internacionais

 

Em fevereiro de 1965 a VARIG assumiu as rotas da Panair do Brasil para Europa. Com isso a VARIG passou a operar para Lisboa, Madrid, Monróvia, Ilha do Sal, Dakar, Beirute, Roma, Zurique, Paris, Frankfurt, Londres e Santiago do Chile. Na rota para Portugal, havia o chamado "Voo da Amizade", rota operada pelos Electra II e pelos Super G Constellation, com tarifas mais baratas, que faziam escala em Recife e na Ilha do Sal. O Voo da Amizade durou até o final dos anos 60.
As escalas na África eram meramente para reabastecer a aeronave, que na época não tinha autonomia para realizar o voo. Monróvia e Dakar eram as cidades utilizadas e esses destinos deixaram o mapa de rotas da VARIG em 1968, quando a tecnologia permitiu voos sem escalas entre o Brasil e a Europa. Outro destino que não durou muito tempo foi Beirut. A VARIG assumiu esse voo originalmente operado pela Panair, porém o voo foi cancelado em 1969.
Nas Américas, além de iniciar voos para o Chile, a VARIG também incluiu a cidade do Panamá na sua rota para a Cidade do México. A rota para Nova York ficou apenas com o voo sem escalas do Rio de Janeiro, enquanto as escalas no Caribe passaram a fazer parte da rota para Miami.

Mais tarde, em 1968, a VARIG expandiu ainda mais as suas rotas internacionais, inaugurando voos para Copenhagen e Tokyo. Os voos para Copenhagen eram operados a partir do Rio de Janeiro, com escala em Roma e os voos para Tokyo, também a partir do Rio e com escalas em Lima, Los Angeles e Honolulu. A escala em Honolulu foi cancelada, em 1971. Inicialmente os voos para Tokyo eram operados duas vezes por semana. Em 1970 os voos para Tokyo passaram a ser três vezes por semana e os voos para Europa chegaram a doze vezes por semana.
Nessa época a intenção da VARIG era conseguir dar a volta ao mundo como já faziam empresas aéreas como a Pan Am. A rota para o Japão foi um passo nesse sentido.


Rotas
internacionais

 

Mapa de Rotas
Anos 60

> 1960

> 1962

> 1964

> 1965
> 1966
> 1968
> 1969
 

 

 

  þ Anos 70

Nos anos 70, houve uma grande mudança no mercado doméstico brasileiro. Com a introdução dos jatos, as rotas regionais foram sendo abandonadas e as companhias aéreas passaram a focar somente nos grandes centros. Com isso, o governo federal resolveu criar a SITAR (Sistema de Transporte Aéreo Nacional). Em 1976 a VARIG criou a sua subsidiária Rio Sul, que passou a operar rotas regionais nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Rio de Janeiro. Como consequência, a VARIG abandonou de vez as rotas regionais, passando a operar somente nas grandes cidades, reduzindo assim a malha nacional da VARIG. Porém a VARIG continuou a sua política de expansão para as linhas internacionais e lançou voos para África, além de ampliar a presença na América Latina, EUA e Europa. No ano de 1970 foi inaugurada a linha Rio de Janeiro – Luanda – Johanesburgo.

Com a compra do consórcio Real-Aerovias, 1961, a VARIG passou a atender mais de 90 cidades no Brasil e recebeu mais de cem aeronaves DC-3, C-46, Convair 340/440, L1049 e DC-6. Ao longo dos anos 60 e 70 o número de destinos domésticos atendidos pela VARIG foi sendo reduzindo gradualmente. A maior parte dos voos regionais não era rentável e as novas aeronaves recebidas pela VARIG eram grandes demais para a maior parte das cidades do interior. Com a criação da Rio Sul, em 1976, as rotas regionais foram repassadas para a sua subsidiária. A última aeronave regional da VARIG, o Avro, foi aposentado em 1978 e a empresa passou a operar apenas os jatos Boeing 727 e Boeing 737, além do Electra II no voos domésticos.

Para o mercado internacional, a VARIG inaugurou, em 1972, voos para Genebra, na Suíça, em parceira com a Swissair, e em 1973 para a cidade do Porto, em Portugal. Porém a rota para Genebra durou apenas até 1978. A compra da Cruzeiro, em 1975, permitiu que a VARIG expandisse as suas rotas na América do Sul para Bolívia, Equador, Guiana Francesa e Suriname. A grande novidade dos anos 70 foram os voos para África. O primeiro destino foi Johanesburgo, na África do Sul, e Luanda, na Angola, em 1970. Em 1977 a VARIG também iniciou voos para Lagos, na Nigéria, e para a Cidade do Cabo, na África do Sul.

 

 
Rotas Rio Sul / Rotas internacionais / Rotas domésticas

 

Mapa de Rotas
Anos 70

> 1970
> 1971

> 1972

> 1973

> 1977
 

 

 

  þ Anos 80

Nos anos 80 houve uma consolidação das rotas já operadas pela VARIG. Além disso houve uma pequena expansão no número de destinos nacionais, puxado principalmente pela expansão da Rio Sul, e novos destinos internacionais. Em 1980 a companhia inaugurou voos para Milão e em 1981 para Holanda (Amsterdam). Em 1986 a VARIG chegou no Canadá (Toronto e Montreal). Outros novos destinos nos anos 80 foram Iquitos, Guayaquil (1979), Quito (1979), Bridgetown (1982), São José (1984), Abdjan (1984), Maputo e Barcelona (1987).

Os anos 80 também foram marcados pela inauguração da nova malha internacional no novo Aeroporto Internacional de Guarulhos em São Paulo. O primeiro voo foi vindo de Nova York, operado pelo Boeing 747. Os primeiros voos internacionais sem escalas partindo de São Paulo foram para Paris, Amsterdã, Frankfurt, Londres e Zurique. Esses voos faziam o chamado "voo triangular", onde também usavam o aeroporto do Galeão no Rio de Janeiro. Como as principais instalações da VARIG ficavam no Rio, a companhia demorou para fazer a transferência definitiva dos voos para o aeroporto de Guarulhos em São Paulo. Em 1989 a maioria das rotas internacionais ainda partia do Rio de Janeiro. Nesse ano, diretamente de São Paulo, a VARIG tinha voos para Miami, Nova York, Los Angeles, Lisboa, Zurich e Paris, além dos voos para a América Latina.


Rotas domésticas / Rotas internacionais

 

Mapa de Rotas
Anos 80

> 1980
> 1981

> 1982
> 1983

> 1986
> 1987
> 1988

> 1989
 

 

 

  þ Anos 90

No inicio dos anos 90, a VARIG alcançou o maior número de destinos internacionais servidos em toda a sua história com o lançamento das rotas para Georgetown e Chicago (1990), São Francisco (1991), Cancun (1992), Atlanta (1994), Córdoba, Rosário e Orlando (1996), e Washington (1997). Em 1991 a VARIG também ampliou os voos para o Japão, passando a voar para Nagoya e, em 1992, lançou a sua rota mais longa: Rio - São Paulo - Johanesburgo - Bangkok - Hong Kong.
Algumas rotas não duraram muito tempo, como para Georgetown e São Francisco, encerradas em 1992 e Chicago, encerrada em 1994.

Em 1995, a VARIG passou a comandar a Pluna (companhia aérea do Uruguai), expandindo suas rotas a partir de Montevidéu para Punta del Este, Buenos Aires, Assunção e Santiago do Chile. Para o Brasil, a Pluna tinha voos diretos de Montevidéu e Punta del Este para Porto Alegre e São Paulo. A companhia também tinha voos entre Montevidéu e Rio de Janeiro, que seguia para Madrid, operado com o DC-10 e depois com o Boeing 767.

No mercado doméstico, a Rio Sul foi a responsável pela expansão. Durante a década de 90 o Grupo VARIG investiu bastante na regional, que adquiriu jatos Boeing 737 e ERJ-145, e ultrapassou as fronteiras do Sul e Sudeste do Brasil após comprar a Nordeste Linhas Aéreas, em 1995, chegando ao Nordeste e Norte também. 

Porém a década de 90 também marcou o inicio do enxugamento da malha da VARIG. Com constantes prejuízos, a companhia começou a cortar rotas deficitárias. Na América Latina foram cortadas rotas para Cayenne, São José, Quito e Quayaquil (1996), além de Panamá, Paramaribo e Port of Spain. Na África praticamente todas as rotas foram canceladas: Maputo (1987), Abdjan (1991), Cidade do Cabo (1993), Luanda e Lagos (1994), restando apenas Johanesburgo. Na América do Norte, a rota para Montreal foi cancelada em 1989. Já rota para Toronto durou até 1994, marcando o fim dos voos operados pela VARIG no Canadá. Para Europa foram cancelados os voos para Barcelona em 1993.

Os anos 90 também marcaram a transição mais forte dos voos internacionais do Rio de Janeiro para São Paulo. Entre 1990 e 1993 a VARIG passou a oferecer voos diretamente de Guarulhos para Toronto, Cidade do México, Cancún, Los Angeles, Madrid, Roma, Milão e Johanesburgo.

O ano de 1999 foi marcado por uma forte alta do Dólar e retração na demanda de passageiros. Nesse ano foram cancelados os voos para Porto, Atlanta, Orlando e Washington. A rota mais longa da empresa para Bangkok e Hong Kong, já havia sido cancelada em 1998.


Rotas da Pluna / rotas Rio Sul e Nordeste / Rotas domésticas VARIG (clique para ampliar) / Rotas internacionais (clique para ampliar)

 

Mapa de Rotas
Anos 90

> 1990
> 1991
> 1992

> 1993

> 1997

> 1998

> 1999
 

 

 

  þ Anos 2000

Os anos 2000 foram marcados pelo racionamento da malha doméstica e internacional. Agora que a VARIG fazia parte da Star Alliance, a empresa podia alcançar mais de 124 países com acordos de Code-Share. Isso permitiu que a VARIG diminuísse a quantidade de destinos internacionais, porém continuasse vendendo bilhetes para estes e muitos outros destinos em voos operados por companhia parceiras. Isso foi feito com destinos como Johanesburgo, Cidade do Cabo, Toronto, Washington, Porto, Barcelona, Roma, Munique e Zurique.

Mesmo assim a VARIG inaugurou alguns novos destinos na década de 2000 como Munique (2000), Mendoza (2001) e Aruba (2004). A rota para Munique operou apenas até 2001. Em 2005 foi retomada novamente e permaneceu na malha até o fim das operações em 2006. Já a rota para Mendoza durou apenas até 2002. Em contra partida foram cancelados no início da década os voos para Johanesburgo e Zurich (2000), Roma (2001) e Rosário (2002). Em 2004 a VARIG retomou os voos para Johanesburgo e Cidade do Cabo, porém duraram apenas alguns meses antes de serem cancelados.

Além disso, os voos internacionais passaram a se concentrar cada vez mais em São Paulo. A VARIG tinha muitos voos diretos entre o Norte/Nordeste e os EUA e Europa, que uniam Salvador, Recife, Fortaleza, Belém e Manaus com Miami, Lisboa, Madri, Paris e Milão. Todas essas rotas foram canceladas até 2004. O Rio de Janeiro que ainda mantinha muitos voos sem escalas entre os EUA e Europa, também perdeu quase todos. Os únicos que resistiram até o final foram para Frankfurt e para Madrid, esse último operado pela Pluna. Os voos sem escalas do Rio para Nova York, Lisboa, Milão e Londres foram cancelados em 2000. Já os voos para Miami e Paris foram retomados e cancelados algumas vezes, até serem definitivamente cancelados.

A malha doméstica também foi encolhendo. Em 2002, com o fim das operações do Embraer EMB-120, pela Rio Sul e Nordeste, algumas cidades do interior deixaram de ser servidas como: Rio Grande, Pelotas, Santa Maria, Uruguaiana, Chapecó, Criciúma, Lages, Cascavel, Toledo, Maringá, Presidente Prudente, Campos, Governador Valadares e Parnaíba. Em 2003/2004 houve a fusão da VARIG com a Rio Sul e Nordeste, e sendo assim a malha doméstica foi totalmente reformulada. Os Embraer ERJ-145 deixaram de operar em 2005, tirando do mapa a maioria das cidades do interior. Em dezembro de 2005 a VARIG operava para apenas 36 destinos no Brasil, contra 48 em dezembro de 2004 e 78 destinos em dezembro de 2001 (considerando Rio Sul e Nordeste).

Em 2005 a VARIG cortou mais alguns destinos internacionais como Córdoba, La Paz, Cancun e Nagoya. Em 2006 a VARIG encerrou seus voos para o Japão, deixando de servir Tokyo. Em contra partida a VARIG iniciou voos para Pequim, na rota São Paulo - Munique - Pequim, em parceira com a Air China.


Rotas domésticas / Rotas internacionais (clique para ampliar)

 

Mapa de Rotas
Anos 2000

> 2000

> 2001
> 2002 (nacional)

> 2002 (internacional)

> 2003

> 2004
> 2005 (nacional)
> 2005 (internacional)

> 2006 (nacional)
> 2006 (internacional)
 

 

 


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